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Terça-feira, 24 de Marco de 2026

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Gigante americana entra em campo e defende negociação com Brasil

US Chamber of Commerce, maior entidade empresarial dos EUA, adverte sobre risco do tarifaço à própria economia americana

Gigante americana entra em campo e defende negociação com Brasil
REUTERS/Nathan Howard
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Maior entidade empresarial dos Estados Unidos, a US Chamber of Commerce advertiu publicamente sobre os riscos para a própria economia americana de um tarifaço de 50% sobre o Brasil e defendeu negociações de "alto nível" entre os dois países.

"Mais de 6.500 pequenos negócios nos Estados Unidos dependem de produtos importados do Brasil, enquanto 3.900 empresas americanas investem no país. O Brasil é um dos dez principais mercados para as exportações dos Estados Unidos e o destino para aproximadamente US$ 60 bilhões em bens e serviços americanos todos os anos", afirmou a US Chamber of Commerce, em nota publicada nesta terça-feira (15).

A nota, distribuída à imprensa dos Estados Unidos, é assinada em conjunto com a Amcham Brasil -- maior câmara americana de comércio fora do país.

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"A US Chamber e a Amcham Brasil instam os governos americano e brasileiro a se engajarem em negociações de alto nível para evitar a implementação de tarifas prejudiciais. A imposição de tais medidas, em resposta a tensões políticas mais amplas, corre o risco de causar danos reais a uma das relações econômicas mais importantes dos Estados Unidos e estabelece um precedente preocupante", disse a nota.

"A tarifa de 50% proposta impactaria produtos essenciais para as cadeias de suprimentos e os consumidores dos Estados Unidos, aumentando os custos para as famílias e reduzindo a competitividade das principais indústrias americanas."

As duas entidades pedem uma solução negociada, pragmática s construtiva para a crise comercial.

Nesta segunda-feira (14), em entrevista à CNN, o CEO da Amcham Brasil, Abrão Neto, disse que vê espaço para negociar e defendeu que retaliações sejam vistas apenas como um "último recurso" ao tarifaço de Donald Trump.

FONTE/CRÉDITOS: Daniel Rittner, da CNN, Brasília
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