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Quinta-feira, 07 de Maio de 2026

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Oposição quer expor quem retirar assinaturas de CPMI do INSS

Metade das assinaturas de requerimento só de integrantes de partidos que compõem base aliada

Oposição quer expor quem retirar assinaturas de CPMI do INSS
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A oposição planeja expor o nome de parlamentares que retirarem a assinatura do pedido de CPMI protocolado nessa segunda (12) para investigar as fraudes no INSS.

A estratégia faz parte da ofensiva contra a articulação de governistas para que seja retirado o apoio de deputados e senadores de partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Quase metade das assinaturas vem de integrantes de siglas com ministérios no governo. O PSB, por exemplo, que é o partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckimin, teve seis parlamentares endossando o protocolo da CPMI.

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No União Brasil, foram 39 assinaturas. Ainda que a presença do partido na base seja atribuída principalmente a uma cota do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a legenda tem três ministérios.

O PP, que comanda o Ministério do Esporte, deu outras 28 assinaturas. O PSD e o MDB são outro caso semelhante, com 20 e 15 apoios, respectivamente, e com três pastas cada na Esplanada dos Ministérios.

A oposição chegou a segurar o protocolo semanas atrás para ter mais adesões, mesmo com o mínimo necessário já atingido. Isso surtiu efeito, mas houve uma mudança de estratégia agora, com uma avaliação também de que o registro do pedido ajuda a atrais mídia e, por consequência, mais adesão. Somente nessa segunda-feira, mais 10 parlamentares e senadores assinaram o pedido.

Para a CPMI ser instalada, é preciso que o requerimento seja lido pelo senador Davi Alcolumbre, em uma sessão do Congresso Nacional. A próxima reunião é esperada para 27 de maio. Até aqui, Alcolumbre tem sinalizado a aliados que é resistente à criação da comissão. 

FONTE/CRÉDITOS: CNN
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Agência O Estado

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