O artista plástico contemporâneo Augusto Oiticica vive um momento de celebração em sua carreira. Com reconhecimento crescente no cenário internacional, ele destaca a felicidade em ver sua arte ganhar espaço e visibilidade, mantendo uma identidade marcante e autoral.
“Estou extremamente FELIZ com o reconhecimento da minha arte .que é totalmente contemporânea. Uso pedras preciosas e semi-preciosas sobre tintas acrílicas”
Natural de Valença, na Bahia, o artista revela que sua cidade natal é uma fonte constante de inspiração.
“Sou extremamente feliz e e m ser de Valença Bahia
Sinto o cheiro do rio una que corta minha cidade. Enfim ,amo tudo que diz respeito à minha cidade natal”
Entre suas obras mais impactantes, a peça “Covid” carrega um significado profundamente pessoal, marcada por perdas familiares durante a pandemia.
“A covid foi um momento de reflexão, sobre a vida e o nosso papel como seres humanos .tive a perda de 2 tios .o padre João Oiticica e o químico Pedro Oiticica. Amava muitíssimo meus tios e foi uma tragédia pra toda família .Enfim.neste caos tive inspiração para fazer a obra que é muito especial pra mim.”
Já a obra “Gladiador” expressa força e resistência, refletindo também tensões geopolíticas contemporâneas.
“O Gladiador traz uma energia de guerra e infelizmente fiz pensando no momento atual sobre essa guerra de Israel com o Irã sobre apoio dos EUA
Com muita tinta vermelha representando o derramamento de sangue.”
Em contraste, a coleção “Tiffany” apresenta um viés mais sofisticado, inspirado na alta joalheria e em referências familiares.
“A coleção tiffany é realmente a melhor joialeria do mundo e minha avó teve muitos diamantes dados de presente pelo meu avô Odorico Macário Oiticica irmão do senador jose Oiticíca .”
A obra de Augusto Oiticica transita entre emoção, memória e crítica social, revelando um artista atento ao seu tempo e profundamente conectado às suas raízes.


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